Olho Seco

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Aquela checagem diária no smartphone ou tablet pode causar danos mais sérios aos olhos que não devem ser ignorados. 

A Universidade de Notthingham, na Inglaterra, realizou um estudo com jovens entre 18 e 33 anos e descobriu que os participantes pegaram o celular mais de 85 vezes, o que corresponde a um total de mais de cinco horas com os olhos fixados à uma tela, causando um grande impacto na saúde ocular.

O uso excessivo dessas tecnologias traz complicações de médio e longo prazo, entre elas, a Síndrome do Olho Seco ou da Disfunção Lacrimal. 

Segundo o oftalmologista especialista em córneas, Dr. Leonardo Gontijo, ela se caracteriza pela queda na quantidade de piscadas.

“Uma pessoa pisca em média 20 vezes por minuto, mas ao utilizar o computador ou outro dispositivo, essa média cai para seis vezes por minuto.

Essa alteração resulta num desequilíbrio dos componentes da lágrima e gera um estado de olho seco do tipo evaporativo”, esclarece o médico.

A qualidade da lágrima também pode estar relacionada à menopausa, exposição em determinadas condições de ambientes, como poluição, ar condicionado e lentes de contato.

 “Além disso, o uso de medicamentos descongestionantes, anti-histamínicos, tranquilizantes, diuréticos, benzodiazepinas, analgésicos, anticonceptivos e antidepressivos também facilita o surgimento da doença”, ressalta.

Atualmente, 34% dos brasileiros com idade acima de 18 anos experimentam algum nível de olho seco, cujos sintomas mais comuns são sensação de fadiga nos olhos ao trabalhar com computador, celulares e tablets, olhos vermelhos, coceiras constantes, olhos irritados, sensibilidade à luz, olhos ressecados ao acordar ou em ambientes com ar condicionado, visão embaçada, dificuldade para uso de lentes de contato, facilidade para contrair inflamações oculares.

A Síndrome do Olho Seco pode ser dividida em dois grupos principais: deficiência aquosa do filme lacrimal (DAFL) e evaporação excessiva, predominantemente associada à disfunção das glândulas de Meibômio ou deficiência de mucina.

A boa notícia é que existe um tratamento eficaz, indolor, minimamente invasivo, de longa duração, feito em consultório, liberado recentemente pela Anvisa, o E-EYE IRPL ®, o qual Dr. Leonardo Gontijo é pioneiro no Brasil.

“O equipamento emite luz pulsada policromática, com total segurança, sobre as glândulas de Meibômio – responsáveis pela produção de lipídios e proteínas da lágrima – inativas ou obstruídas do paciente. Ao receber esses estímulos, as glândulas voltam a funcionar entregando lipídios e proteínas ao filme lacrimal, evitando que este se evapore”, elucida Leonardo Gontijo.

São necessárias de três a quatro sessões, o que dependerá do quadro clínico, e as aplicações são feitas sob a pálpebra inferior de cada olho com a proteção de óculos especiais. A cada 12 meses é necessária uma sessão de controle.

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